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Apesar dos grandes avanços no rastreio e no tratamento, o cancro da mama continua a ser o cancro mais frequentemente diagnosticado em mulheres em todo o mundo e a segunda principal causa de morte por cancro entre as mulheres nos Estados Unidos. Em 2025, estima-se que surjam mais de 315.000 novos casos de cancro da mama invasivo e cerca de 56.000 casos de carcinoma ductal in situ apenas nos EUA.
Os progressos na caracterização genómica, nas terapias dirigidas e na estratificação de risco permitem hoje identificar com maior precisão o subtipo tumoral, selecionar tratamentos mais adequados e definir melhor o risco de recorrência, oferecendo a possibilidade de melhores resultados para muitas doentes. Estar atualizado sobre estes desenvolvimentos é essencial para uma abordagem verdadeiramente personalizada e para a otimização dos cuidados.
Aqui estão cinco pontos fundamentais sobre o cancro da mama.
1. O cancro da mama inclui múltiplos subtipos histológicos e moleculares
O cancro da mama não é uma única doença. Engloba um conjunto amplo de subtipos que diferem na aparência histológica, no perfil molecular e no comportamento clínico. Uma classificação correta é essencial para identificar as doentes que podem beneficiar de terapias dirigidas.
Cancros da mama não invasivos estão confinados aos ductos ou lóbulos e não invadiram o tecido mamário adjacente. Incluem:
Cancros da mama invasivos ultrapassam os ductos ou lóbulos e podem metastizar para gânglios linfáticos ou órgãos distantes. Incluem:
Outros subtipos raros incluem:
2. A incidência está a aumentar, mas a mortalidade está a diminuir
A incidência do cancro da mama tem aumentado gradualmente nos Estados Unidos desde meados da década de 2000, com um crescimento médio anual de cerca de 1% entre 2012 e 2021. O aumento é particularmente evidente em mulheres com menos de 50 anos. Fatores como excesso de peso, maternidade tardia e menor número de filhos podem contribuir para esta tendência.
Apesar disso, a mortalidade por cancro da mama diminuiu de forma consistente desde 1989, com uma redução global de 44% até 2022, sobretudo devido ao diagnóstico mais precoce e aos avanços terapêuticos.
3. Novas terapias estão a transformar o tratamento
O tratamento do cancro da mama continua a evoluir rapidamente, impulsionado por diagnósticos moleculares e terapias dirigidas.
Abordagens emergentes incluem vacinas contra o cancro, anticorpos biespecíficos, novos moduladores hormonais, PROTACs e regimes terapêuticos combinados.
4. O perfil genómico ajuda a personalizar o tratamento e prever o risco de recorrência
Testes genómicos são amplamente utilizados no cancro da mama inicial HR-positivo e HER2-negativo para orientar decisões terapêuticas:
Estes testes ajudam a estimar o risco de recorrência e a decidir sobre quimioterapia e duração da terapêutica endócrina.
5. Persistem desigualdades raciais e étnicas nos resultados
Apesar dos progressos, continuam a existir disparidades significativas:
Estas diferenças reforçam a necessidade de investigação contínua, avaliação de risco individualizada e acesso equitativo a rastreio e tratamento de qualidade para todas as mulheres.
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