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A dor de perder alguém que amamos

2026-05-25

A dor de perder alguém que amamos

Será que algum dia voltarei a ser feliz? O que posso esperar? Até quando me vou sentir assim?

Poucas coisas causam tanto stress e dor como a morte de alguém querido, como um marido, uma esposa, um familiar ou um amigo.

A viver o luto a pessoa interroga-se: "Até quando vou sentir esta dor? O que posso fazer para me sentir melhor? Será que vai piorar? A quem posso pedir ajuda?".

Primeiro teremos de diagnosticar a situação e como vivenciamos aquele momento e quais as emoções e desafios que são comuns no luto:

  • Dificuldades em controlar as emoções;
  • Crises de choro, mudanças repentinas de humor, sentir saudades da pessoa que morreu;
  • Lembranças da pessoa falecida ou sonhar com ela;
  • Não acreditar no que aconteceu;
  • Crises de ansiedade, raiva e culpa por se achar que se poderia ter feito mais para ajudar o nosso ente querido falecido;
  • Pensamentos confusos;
  • Estar a ouvir, sentir ou até ver o ente querido falecido;
  • Vontade de se isolar;
  • Sentir-se deslocada/o no meio de amigas/os;
  • Problemas de saúde: mudanças de apetite, no peso e no sono são comuns (a dor de perder alguém amado pode baixar a imunidade das pessoas, agravar problemas de saúde que já seja portadora/r ou até causar um novo);
  • Dificuldade em realizar tarefas importantes sobretudo se era o falecido que cuidava de tarefas importantes como bancos, preencher documentos, etc.

Os desafios atrás mencionados e outros que eventualmente possam aparecer, porque cada caso é um caso, podem fazer o luto parecer assustador.

Claro que perder alguém que nos é querido e que amamos pode ser avassalador, com desafios físicos, mentais e emocionais.

Todavia, é importante saber com antecedência que ter consciência destes desafios pode ajudar a quem está a passar ou pode vir a passar por isto e que é uma realidade que não podemos tentar esquecer: nascer e morrer é a realidade da vida e para isso termos de estar preparados.

Lembre-se que todas as pessoas passam por todas as dificuldades atrás mencionadas, mas por outro lado estarmos preparados para as enfrentar é uma mais-valia e que todos os sentimentos atrás descritos podem considerar-se normais.

A esperança dever ser a última coisa a morrer e neste sentido devemos ter presente que todas as emoções negativas, todos os desafios físicos e mentais não vão durar para sempre.

Aos poucos tornar-se-á mais fácil lidar com a dor. Com o passar do tempo, a maioria das pessoas consegue recuperar o equilíbrio emocional e voltar à rotina diária.

E isto acontece especialmente quando contam com a ajuda da família, dos amigos e quando recorrem ao apoio de associações como a Associação Amigas do Peito, entre outras!

Respeite o seu ritmo e lembre-se que a tristeza não vai durar para sempre!

Venha até nós partilhar a sua dor, as suas angústias, as suas emoções e os seus sonhos!

O lema das Amigas do Peito é: "Ajudar hoje para que o amanhã seja possível"!

Venha até nós: queremos ajudá-la/o.

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